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Imperfeccionistas

  • Foto do escritor: Natália Goulart
    Natália Goulart
  • 19 de out. de 2021
  • 1 min de leitura

Atualizado: 11 de ago. de 2022

A @wgsn, com foco em comportamentos ao longo de 2019 e 2020, analisou movimentos, demandas e desejos futuros que culminaram em 9 megatendências de consumo: uma delas foi o imperfeccionismo.


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Temos observado que as pessoas estão começando a aceitar mais as suas falhas. Não só as falhas humanas de comportamento, mas falhas que a sociedade, hoje, considera estética. Este fato ganha força graças à quebra dos padrões de beleza, principalmente entre os mais jovens, que enxergam suas imperfeições e defeitos como traços que definem sua personalidade.

Já é possível ver exemplos deste movimento em países como a França, que colocou em vigor uma lei que exige veiculação de publicidade com aviso sobre imagens irreais (visando, também, o combate às desordens alimentares).


Outro caso é o da rede de farmácias americanas CVS, que já contempla o selo “CVS Beauty Mark” em seus anúncios - informando sobre as imagens da marca que não tenham sido retocadas. Esse é apenas um dos casos de como as empresas poderão se relacionar com esse perfil de consumidor autodenominado imperfeito.


Quem já se considera parte do clube dos imperfeitos? Ou humanamente perfeitos, como a On Tap?


Fonte: Somos todos imperfeitos (Vida Simples, 6 de Janeiro de 2019).


 
 
 

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